"Sem saber que era impossível, ele foi lá e fez." (Jean Cocteau)
e se a gente não soubesse que era impossível... tentaríamos fazer igual?
e se tudo fosse possível... teria o mesmo sabor?
e se o caminho não tivesse a possibilidade de desvio... andaríamos com o mesmo empenho?
e se a gente soubesse o que tem depois da curva... não mataria nossa ânsia por novos horizontes?
e se eu tivesse todas as respostas... não perderia a capacidade do espanto?
e se tu tivesses todas as respostas... não teríamos uma relação gris?
terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
ALMA
Pro Houaiss, real parte imortal do homem;
Pro Millôr, não mais do que as circunvoluções físico-químicas de nosso cérebro;
Pro Antigo Testamento, o homem inteiro;
Pro Novo Testamento, vida humana e consciente;
Pra Platão, dividida em três;
Pra Aristóteles, atinge a perfeição aos 50 anos;
Pra Santo Agostinho, as lágrimas são o seu sangue;
Pros espiritualista, estado temporário do espírito;
Pros chineses, yang;
Pra Goethe, avança constantemente, em espiral;
Pra Bernard Shaw, vista através da arte;
Pro Alighieri, maior milagre do mundo;
Pro Pessoa, faz tudo valer, se não é pequena;
Pro Nietzsche, se sabe-se amada e não ama, denuncia o seu mais baixo;
Pro Bandeira, incomunicável;
Pro Lao tsé, revela seus segredos através do comportamento;
Pro Flaubert, sua medida são seus desejos;
Pro Rubem Alves, uma música que se toca;
Pro Victor Hugo, um olho sem pálpebra;
Pra Chartier, o que o corpo recusa;
Pra Quintana, o que muda de corpo quando se ama;
Pra mim, raiz. Que, ao estar contigo, superada a terra, busca o céu.
Pro Millôr, não mais do que as circunvoluções físico-químicas de nosso cérebro;
Pro Antigo Testamento, o homem inteiro;
Pro Novo Testamento, vida humana e consciente;
Pra Platão, dividida em três;
Pra Aristóteles, atinge a perfeição aos 50 anos;
Pra Santo Agostinho, as lágrimas são o seu sangue;
Pros espiritualista, estado temporário do espírito;
Pros chineses, yang;
Pra Goethe, avança constantemente, em espiral;
Pra Bernard Shaw, vista através da arte;
Pro Alighieri, maior milagre do mundo;
Pro Pessoa, faz tudo valer, se não é pequena;
Pro Nietzsche, se sabe-se amada e não ama, denuncia o seu mais baixo;
Pro Bandeira, incomunicável;
Pro Lao tsé, revela seus segredos através do comportamento;
Pro Flaubert, sua medida são seus desejos;
Pro Rubem Alves, uma música que se toca;
Pro Victor Hugo, um olho sem pálpebra;
Pra Chartier, o que o corpo recusa;
Pra Quintana, o que muda de corpo quando se ama;
Pra mim, raiz. Que, ao estar contigo, superada a terra, busca o céu.
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